Operação tem foco em queimadas e outras ações criminosas cometidas em unidades de conservação
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O grande número de incêndios florestais que assolam Minas Gerais nestes tempos de seca vem preocupando o Governo de Minas, que criou uma força tarefa com a Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Secretaria de Meio Ambiente e Instituto Estadual de Florestas (IEF) com o intuito de acompanhar de perto o problema.

A ação vai ocorrer, inicialmente, durante o mês de setembro, das 6h às 18h, em seis unidades de conservação sob gestão do IEF, consideradas mais vulneráveis em relação a incêndios florestais provocados pela ação humana.  No período, policiais farão rondas para prevenir a ação de incendiários que, de forma criminosa ou não, iniciam o fogo nas áreas protegidas, causando prejuízos para flora e para a fauna, além de gastos para os cofres públicos. Em 2021, entre janeiro e 7 de setembro, o estado já registrou 534 registros este ano, contra 354 da média histórica, entre 2013 e 2020.

 O incêndio florestal é crime ambiental previsto no artigo 41 da Lei 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais), com pena de reclusão de 2 a 4 anos e multa.

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