Seguindo a tendência nacional, o Vale do Aço mantém o ritmo de crescimento na construção civil. Foto: Marcelo Luciano
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Mesmo com a pandemia de covid-19 e desafios impostos por escassez e aumento nos custos do aço e dos principais insumos, a expectativa da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) para o crescimento do setor em 2021 subiu de 2,5% para 4%. A projeção é do estudo Desempenho Econômico da Indústria da Construção do 2º Trimestre de 2021, realizado pela CBIC.

O setor começou 2021 com expectativa de crescer 4%. Com os desafios decorrentes da pandemia e a continuidade dos aumentos nos custos dos materiais, a previsão foi reduzida para 2,5%, em março. E agora voltou para 4%, o maior crescimento desde 2013. Segundo o presidente da CBIC, José Carlos Martins, a estratégia do setor para enfrentar a falta ou o custo de matéria-prima para os empresários da construção será “um choque de oferta por meio da importação de produtos”.

Ele acrescentou que a demanda consistente por imóvel, as baixas taxas de juros e o incremento do crédito imobiliário vão continuar ao final de 2021 e em 2022. Para Martins, com os juros baixos, a prestação pode até ser inferior a um aluguel. “Um ponto em relação à pandemia é que as pessoas ficaram atualmente mais em casa e perceberam a importância da residência e de ficar junto dos familiares. Isso gerou uma demanda enorme por novas moradias, inclusive moradias adequadas para o novo momento que estamos vivendo”, disse.

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