Chapa 2 acusa concorrente de irregularidade para disputa da eleição do Sindipa

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Como quase sempre acontece, como a escolha da nova direção do Sindipa (Sindicato de Metalúrgicos de Ipatinga), que já colocou no passado oponentes como o ex-presidente Luiz Carlos Miranda, o ex-prefeito Chico Ferramenta e o hoje início Altair Vilar, estão mais uma vez, cercadas de muita polêmica e críticas entre os adversários. O pleito tem data marcada para a próxima semana, com a coleta de votos ocorrendo entre os dias 8 e 11.

E faltando menos de uma semana para a votação, a Chapa 2, encabeçada por Vilmar Cardozo, entrou com representação no Ministério Público do Trabalho contra a Chapa 1 / Intersindical por descumprimento do estatuto do sindicato, o que é, segundo Vilmar, é considerado falta Cova. Caso o processo movido tenha resultado favorável na justiça, a Chapa 1 pode, de acordo com Vilmar, se tornar inelegível.

Em sua denúncia, Vilmar afirma que o candidato da Chapa 1, Geraldo Magela, que acumula a carga do presidente do Sindicato e, do pleito, infringiu o estatuto na escolha dos integrantes de sua chapa que não estão aptos para concorrer como é o caso, segunda Vilmar, de Arildo Ferreira e Édio Rodrigues Ferreira que estão afastados pelo INSS para tratamento de saúde. Segundo o advogado da Chapa 2, Vinícius Milanês, Arildo entrou como se fosse Usiminas, porém ele foi demitido em 21 de fevereiro de 2020, por justa causa. “Desta forma, a chapa está comprometida conforme o artigo 60 do Estatuto, nos termos preceituais do artigo 51”, pontuou o advogado.

Outra reclamação da direção da Chapa 2 não está aos documentos protocolados da Chapa 1 / Intersindical, no tempo regimental. A alegação é que a cabeça da Chapa 1 é o ainda presidente do pleito, ele tem acesso privilegiado à documentação. E, mesmo assim, ele não disponibilizou os documentos de sua chapa para conferência. Segundo Vilmar Cardoso, essa situação já foi denunciada. “O pessoal da Intersindical não está querendo transparência e lisura no pleito. Parece que não querem que o trabalhador decida de forma justa e por meio de resultados. Queremos informações limpas no Sindipa, por isso que precisamos apelar para a justiça”, disse.

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