CENIBRA – BIODIVERSIDADE – CUSTOM AD#3
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Realmente estamos no Brasil. Depois do promessa do Governo de que a cobrança pela bagagem despachada provocaria uma redução nos preços das passagens, o que não aconteceu; alias, aconteceu o contrário, as empresas aéreas preparam mais uma tunga nos passageiros. A próxima investidas das companhias promete ser a cobrança pela bagagem transportada no porta-volumes da aeronave. A investida, por enquanto, se restringe as estrangeiras Norwegian e JetSmart que só permitem que o passageiro leve uma bagagem pessoal (bolsa ou mochila) com até 10 kg e que caiba embaixo do assento.

De acordo com as regras atuais da Anac, as empresas devem liberar o embarque de uma bagagem de até de 10 kg, porém, não há delimitação do tipo de volume ou local onde deve ser alocada dentro da cabine. E o que acontece hoje é um grande número de passageiros que antes despachavam suas malas a levarem consigo, provocando uma certa demora e confusão no momento do embarque. O “X” da questão é que a resolução da Anatel abre brecha – como sempre no Brasil – para que, qualquer item, além desse, seja cobrado.

Aproveitando-se dessa norma, as empresas estão delimitando que essa bagagem de 10 kg não seja classificada como mala de mão e que necessariamente caiba no espaço embaixo da cadeira, proibindo assim o uso gratuito do bagageiro. Com isso, além de restringir ainda mais o transporte de pertences dentro da aeronave, as empresas estão forçando o consumidor a pagar pelo transporte da mala de mão, até então gratuito.

Em uma das companhias aéreas que adotou a cobrança pela mala de mão, o item pessoal que pode ser transportado gratuitamente precisa ter dimensão máxima de 30cmx20cmx38cm, enquanto a mala de mão com cobrança pode ter até 45cmx35cmx25cm.

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